terça-feira, 25 de agosto de 2026

Após conquistar dois prêmios, ‘O Engraxate Que Escalou o Everest’ estreia no Canal OFF e no Globoplay em setembro

 Documentário dirigido por Ian Ruas, vencedor do Troféu Corcovado de Melhor Filme e Melhor Longa-Metragem Nacional no Festival Internacional YVY, retrata a trajetória de Rosier Alexandre, primeiro nordestino a alcançar o cume do Everest; produção estreia no dia 10 de setembro




Depois de ser exibido no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro e conquistar o Troféu Corcovado de Melhor Filme pelo Júri Popular no Rio Mountain Festival, o documentário O Engraxate Que Escalou o Everest ganha uma nova janela de exibição e chega ao Canal OFF a partir do dia 10 de setembro. O documentário também foi vencedor do prêmio de Melhor Longa-Metragem Nacional no Festival Internacional YVY, realizado em Teresópolis (RJ). Dirigido por Ian Ruas, o filme acompanha a trajetória de Rosier Alexandre, que saiu do sertão cearense, onde nasceu em um casebre de taipa, para se tornar o primeiro nordestino a alcançar o cume do Everest. ASSISTA AO TRAILER AQUI!

A estreia acontece na quinta-feira (10), às 23h, pelo Canal OFF. O filme ganha ainda duas novas exibições nos dias seguintes: sexta-feira (11), às 17h, e sábado (12), às 15h. A partir do dia 11, a produção também estará disponível no Globoplay, ampliando o acesso ao documentário para o público da plataforma.

Mais do que uma história de montanhismo, O Engraxate Que Escalou o Everest parte da vida de Rosier para abordar temas como desigualdade social, resistência e transformação. Sua trajetória reúne experiências que pertencem a diferentes mundos: antes de chegar ao topo do Everest, ele trabalhou como engraxate, vendedor de frutas e trabalhador rural. Ao longo da vida, enfrentou a seca no sertão, uma avalanche no Everest, o maior terremoto do Nepal e até um sequestro na Papua Nova Guiné.
 

“Não é comum ouvir a história de um menino nascido em um casebre no sertão, onde alimento era artigo de luxo, que se tornou adulto e alcançou o topo do mundo. Em um lugar de onde poucos conseguem sair, ele despontou. E hoje, serve de exemplo para que pessoas de todas as áreas, culturas, classes sociais e religiões acreditem, persistam e alcancem seus próprios cumes”, conta Ian Ruas, diretor, fotógrafo e produtor do filme.
 

Filmado em quatro países e três continentes, o documentário combina depoimentos de nomes do montanhismo mundial com imagens de expedições realizadas em condições extremas. A própria equipe enfrentou situações adversas durante a produção, incluindo o risco de ficar presa em Dubai em meio a uma tempestade histórica, em abril de 2024.

A experiência de Rosier também é apresentada como um percurso de transformação. Hoje administrador de empresas, palestrante e consultor organizacional, ele utiliza suas vivências para inspirar outras pessoas a enfrentarem seus próprios desafios.

A trilha sonora original é assinada por Oswaldo Montenegro, Ian Ruas e Felipe Hostins e traz uma nova versão de “O Condor”, de Montenegro, produzida especialmente para o filme.

A chegada ao Canal OFF acontece após a passagem do filme pelo Rio Mountain Festival, onde a produção foi exibida no CCBB Rio e recebeu o prêmio de Melhor Filme por votação do júri popular. A sessão teve ingressos esgotados e foi marcada pela boa recepção do público.

Após rompimento de Marcelo Filho, prefeitura publica exonerações de nomes ligados ao ex-prefeito em Bodó

 

Após o vídeo em que o ex-prefeito de Bodó, Marcelo Mário Porto Filho, anunciou seu rompimento com o atual gestor do município, Horison José, a prefeitura publicou  no Diário Oficial dos Municípios do RN publicou uma série de exonerações de cargos comissionados.

Entre os exonerados estão o próprio Marcelo Filho, que ocupava o cargo de secretário municipal de Governo, e sua esposa, Verlandia Oliveira Araújo Porto, secretária municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social.

Também deixaram os cargos Wilton Severiano dos Santos, da Diretoria de Obras, e Erick Henrique Bernardo Torres, da Diretoria da Procuradoria Jurídica. Os dois eram nomes indicados pelo ex-prefeito Marcelo Filho.

A publicação das exonerações ocorre logo após o anúncio do rompimento político e amplia a repercussão em torno da crise entre o grupo do ex-prefeito e a atual administração municipal.

O episódio sinaliza um  afastamento definitivo entre os dois grupos políticos e pode provocar novos desdobramentos no cenário político de Bodó.

 


Banco do Brasil realiza mutirão para estimular financiamento de veículos no Rio Grande do Norte

O Banco do Brasil realiza nos dias 26 e 27 de agosto o Move BB Day, um mutirão voltado a clientes interessados em financiar veículos para trabalho e geração de renda no Rio Grande do Norte. A iniciativa busca ampliar o acesso ao crédito para renovação de frotas, modernização dos meios de trabalho e apoio a profissionais e empreendedores que utilizam o veículo como ferramenta de sua atividade.

Durante a ação, 31 agências do BB de 16 cidades do Rio Grande do Norte abrirão uma hora antes do horário habitual de funcionamento para oferecer orientação especializada, esclarecer dúvidas e apoiar a contratação das linhas de crédito do Move Brasil. Nas demais localidades, as agências funcionarão em seu horário regular e também estarão aptas a atender os clientes interessados, com acesso às mesmas condições negociais oferecidas durante o mutirão.
Ao abrir espaço para uma análise individual e especializada, conseguimos aproximar as soluções de crédito das necessidades reais do cliente. No Rio Grande do Norte, o atendimento especializado vai unir clareza, escuta e conhecimento para apoiar a escolha adequada e acelerar cada projeto profissional.”, afirma Cristiane Maria da Silva Albuquerque, superintendente do BB.
Para acessar as cidades e agências onde haverá essa ação, clique aqui ou acesse bb.com.br/movebbday. Nas localidades onde houver feriado municipal ou estadual nas datas do evento, as agências permanecerão fechadas, em respeito ao calendário local.
Outras informações sobre as linhas Move Brasil Táxi e Aplicativos e Entregadores e Motoapp podem ser acessadas no portal do BB.
Serviço
Move Brasil Táxi e Aplicativos
• Público: motoristas de aplicativo e taxistas ativos
• Prazo: até 72 meses
• Carência: até 6 meses
• Taxas: a partir de 0,91% a.m. (mulheres) e 0,99% a.m. (homens)
• Contratação: agências BB e App BB
Move Brasil Entregadores e Motoapp
• Público: entregadores, mototaxistas, motofretistas e profissionais de plataformas digitais
• Prazo: até 48 meses
• Carência: 2 meses
• Financiamento: até 100% do valor do veículo de duas rodas
• Taxas: a partir de 0,90% a.m. (mulheres) e 0,97% a.m. (homens)
• Contratação: agências BB e App BB
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EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA: PREPARANDO OS JOVENS PARA O FUTURO


As profissões e o mercado de trabalho estão mudando rapidamente. Com o avanço da tecnologia e da inteligência artificial, habilidades como criatividade, adaptação, autonomia, colaboração e resolução de problemas ganham cada vez mais importância.

Nesse cenário, a educação empreendedora surge como uma ferramenta para preparar crianças e adolescentes não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida em sociedade.

Empreender na escola não significa ensinar crianças a abrir empresas. Significa estimular os estudantes a observar problemas, criar soluções, trabalhar em equipe, tomar decisões e aprender com os próprios erros.

Projetos ambientais, campanhas de arrecadação, feiras, atividades colaborativas, iniciativas de sustentabilidade e soluções para problemas da comunidade são exemplos de experiências que ajudam a desenvolver essa mentalidade.

E a família também tem um papel importante: incentivar escolhas adequadas à idade, permitir que os filhos resolvam pequenos problemas, estimular projetos pessoais e mostrar que errar faz parte do processo de aprendizagem.

Mais do que preparar para uma profissão, a educação empreendedora ajuda a formar jovens mais criativos, autônomos, responsáveis e preparados para um mundo em constante transformação.

LAGOA NOVA — DESTINO QUE ENCANTA - Plano de Ocupação Turística e Requalificação do Entorno da Lagoa

Lagoa Nova possui uma combinação de natureza, clima serrano, cultura, gastronomia, paisagens e hospitalidade que pode transformar o município em uma referência turística da Serra de Santana e do Seridó potiguar.

O município integra o Geoparque Seridó, reconhecido como Geoparque Mundial da UNESCO, ao lado de outros cinco municípios potiguares, e já possui um inventário da oferta turística elaborado pela UFRN, que identifica significativo potencial turístico, atrativos naturais e culturais e oportunidades para o desenvolvimento sustentável da atividade.

A proposta do Projeto de Ocupação Turística de Lagoa Nova é transformar o entorno da lagoa em um grande espaço público de preservação ambiental, lazer, turismo, cultura, convivência e geração de oportunidades.

A ideia não é simplesmente construir uma orla.

É criar um novo território turístico para Lagoa Nova, planejado para as próximas décadas.


1. O PRIMEIRO PASSO: PLANO DE DESAPROPRIAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO ENTORNO DA LAGOA

O ponto de partida do projeto deverá ser a elaboração de um Plano de Desapropriação e Regularização Fundiária de toda a área estratégica no entorno da lagoa.

Antes de qualquer obra, o município deverá conhecer exatamente o território que pretende transformar.

Para isso, será necessário realizar:

  • levantamento topográfico;
  • levantamento cadastral;
  • identificação dos proprietários;
  • levantamento das matrículas e registros dos imóveis;
  • identificação das áreas públicas e privadas;
  • delimitação do perímetro de interesse turístico;
  • diagnóstico ambiental;
  • levantamento das construções existentes;
  • estudo de acessos e mobilidade;
  • avaliação econômica dos imóveis;
  • estudo jurídico das áreas;
  • definição das áreas prioritárias para aquisição ou desapropriação.

A partir desse diagnóstico, deverá ser definida a área de interesse público destinada ao futuro complexo turístico e ambiental da Lagoa Nova.

A aquisição dos imóveis poderá ocorrer por negociação e compra consensual ou, quando juridicamente cabível e mediante os procedimentos legais, por desapropriação por interesse público, sempre com avaliação adequada dos imóveis, observância da legislação e garantia dos direitos dos proprietários.

O objetivo é permitir que o município tenha planejamento e controle sobre uma área estratégica, evitando ocupações desordenadas e possibilitando a implantação de um projeto integrado.

Essa etapa ganha ainda mais importância porque o planejamento municipal para 2026–2029 já contempla ações de expansão do turismo e registra, entre suas ações, a aquisição e/ou desapropriação de imóveis.


2. CRIAÇÃO DE UM GRANDE PARQUE TURÍSTICO E AMBIENTAL

Com a área regularizada, a proposta é criar um Parque Turístico e Ambiental da Lagoa, tendo o espelho d'água e sua paisagem como principal elemento de atração.

O espaço deverá unir preservação ambiental, turismo, lazer, esporte, cultura, gastronomia e convivência.

A proposta é fazer com que moradores e visitantes possam caminhar, contemplar a natureza, praticar esportes, conhecer a história local, consumir produtos da região e permanecer mais tempo em Lagoa Nova.


3. OS CINCO EIXOS DE OCUPAÇÃO TURÍSTICA

Turismo natural

A natureza deverá ser um dos principais produtos turísticos.

A proposta inclui:

  • trilhas ecológicas;
  • mirantes;
  • passarelas;
  • áreas de contemplação;
  • observação da biodiversidade;
  • recuperação ambiental;
  • espaços para educação ambiental;
  • caminhos para caminhada e cicloturismo.

O objetivo é proporcionar experiências em contato com a natureza sem comprometer a preservação da área.


Turismo náutico e de lazer

A lagoa poderá receber atividades recreativas e esportivas compatíveis com sua capacidade ambiental.

Entre as possibilidades estão:

  • caiaque;
  • pedalinho;
  • pesca esportiva;
  • passeios contemplativos;
  • áreas de convivência;
  • espaços para atividades familiares.

Todas essas atividades deverão ser precedidas de estudos técnicos e regras de segurança e proteção ambiental.


Turismo cultural

A lagoa poderá se transformar também em uma vitrine da identidade de Lagoa Nova.

A proposta prevê:

  • roteiros históricos;
  • valorização da cultura local;
  • artesanato;
  • gastronomia típica;
  • feiras;
  • apresentações culturais;
  • eventos tradicionais;
  • exposições;
  • espaços para artistas e produtores locais.

A experiência turística deve apresentar ao visitante não apenas a paisagem, mas também a história e a identidade de Lagoa Nova.


Infraestrutura e acolhimento

Nenhum destino turístico se consolida apenas com beleza natural.

É necessário oferecer estrutura.

Por isso, o projeto prevê:

  • Centro de Apoio ao Turista;
  • banheiros;
  • estacionamento;
  • iluminação;
  • acessibilidade;
  • segurança;
  • sinalização turística;
  • mobiliário urbano;
  • áreas de descanso;
  • pontos de informação;
  • ciclovia;
  • pista de caminhada;
  • melhoria dos acessos.

O objetivo é criar um ambiente organizado, seguro e confortável para moradores e visitantes.


Envolvimento da comunidade

A população precisa ser parte central do projeto.

O turismo não deve transformar a lagoa apenas em um lugar visitado por pessoas de fora. Ele precisa gerar oportunidades para quem vive em Lagoa Nova.

Por isso, o projeto prevê:

  • capacitação profissional;
  • incentivo ao empreendedorismo;
  • qualificação de comerciantes;
  • fortalecimento do artesanato;
  • valorização dos produtores rurais;
  • formação de guias e condutores;
  • incentivo à gastronomia local;
  • criação de novos negócios;
  • participação da comunidade nas decisões.

A experiência do Geoparque Seridó demonstra justamente a importância de valorizar pessoas, artesãos, produtores e serviços locais dentro da cadeia turística.


4. ÁREAS PRIORITÁRIAS

O projeto propõe a criação de um circuito integrado com seis áreas principais:

1. Mirante da Lagoa

Estrutura para observação, contemplação e fotografia da paisagem.

2. Orla da Lagoa

Pista de caminhada, ciclovia, paisagismo, iluminação, bancos e espaços de convivência.

3. Praça Gastronômica

Área destinada à gastronomia típica, feiras, eventos e comercialização de produtos locais.

4. Centro de Apoio ao Turista

Informações, sanitários, atendimento, loja de artesanato e apoio aos visitantes.

5. Deck de Pesca

Espaço estruturado para pesca esportiva e contemplação.

6. Trilhas Ecológicas

Percursos sinalizados voltados à natureza, educação ambiental e turismo de aventura.

Esses espaços deverão estar conectados por um circuito de mobilidade, criando uma experiência contínua no entorno da lagoa.


5. A ORLA COMO GRANDE CARTÃO-POSTAL

A requalificação da orla deverá ser uma das principais intervenções do projeto.

A proposta é criar um espaço público de qualidade, com:

caminhada + bicicleta + contemplação + natureza + gastronomia + cultura + lazer.

A orla poderá se tornar um dos principais cartões-postais de Lagoa Nova e um ponto de encontro para moradores e visitantes.


6. PRAÇA GASTRONÔMICA

A gastronomia pode ser um dos grandes diferenciais do projeto.

A Praça Gastronômica poderá reunir restaurantes, quiosques, food trucks, produtores, agricultores, artesãos e empreendedores locais.

O espaço poderá receber:

  • festivais gastronômicos;
  • feiras;
  • apresentações culturais;
  • eventos temáticos;
  • comercialização de produtos regionais;
  • experiências gastronômicas.

A intenção é transformar a gastronomia em produto turístico e, ao mesmo tempo, criar renda para a população.


7. TURISMO, ESPORTE E LAZER

O entorno da lagoa deverá ser pensado também para os moradores.

A proposta prevê espaços para:

  • caminhada;
  • corrida;
  • ciclismo;
  • pesca;
  • atividades ao ar livre;
  • lazer infantil;
  • convivência familiar;
  • educação ambiental.

Assim, o investimento turístico também se transforma em qualidade de vida para a população local.


8. PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O projeto deverá partir de um princípio fundamental:

ocupar para preservar, e não ocupar para degradar.

A implantação deverá ser orientada por estudos ambientais e pelas normas aplicáveis à área.

Entre as ações previstas estão:

  • recuperação das áreas degradadas;
  • proteção das margens;
  • recuperação da vegetação;
  • controle de resíduos;
  • educação ambiental;
  • fiscalização;
  • monitoramento da qualidade ambiental;
  • definição de áreas de preservação;
  • regras para atividades náuticas e de lazer.

O fato de Lagoa Nova estar inserida no território do Geoparque Seridó reforça a necessidade de conciliar proteção, educação e desenvolvimento sustentável.


9. CONEXÃO COM O GEOPARQUE SERIDÓ

O projeto deverá aproveitar a posição estratégica de Lagoa Nova dentro do Geoparque Seridó.

O território possui 21 geossítios inventariados e reúne patrimônio geológico, natural, histórico e cultural de importância internacional.

Lagoa Nova já está inserida nessa rota turística, com atrativos como o Tanque dos Poscianos e outros pontos de interesse apresentados em roteiros do Geoparque.

A lagoa poderá funcionar como uma espécie de porta de entrada turística de Lagoa Nova, conectando o visitante a outros atrativos do município e da Serra de Santana.


10. DIVULGAÇÃO E MARKETING TURÍSTICO

A estrutura física deverá ser acompanhada de uma estratégia permanente de divulgação.

O projeto prevê:

  • criação de uma identidade turística;
  • produção de vídeos e fotografias;
  • divulgação nas redes sociais;
  • campanhas digitais;
  • participação em feiras;
  • parceria com agências de turismo;
  • criação de roteiros;
  • divulgação regional e nacional;
  • calendário anual de eventos.

A proposta é consolidar a marca:

LAGOA NOVA — DESTINO QUE ENCANTA

E utilizar como conceito:

“Lagoa Nova: onde a natureza encontra você.”


11. CALENDÁRIO ANUAL DE EVENTOS

O espaço deverá ter programação durante todo o ano.

Poderão ser criados eventos como:

  • festival gastronômico;
  • feira de artesanato;
  • festival cultural;
  • eventos esportivos;
  • encontros de ciclistas;
  • competições de pesca;
  • atividades ambientais;
  • eventos para crianças;
  • apresentações musicais;
  • eventos religiosos e tradicionais;
  • feiras de produtos da agricultura familiar.

A intenção é evitar que o turismo fique concentrado em poucos períodos do ano.


12. PARCERIAS

A execução do projeto deverá buscar articulação entre:

  • Prefeitura Municipal;
  • Câmara Municipal;
  • Governo do Estado;
  • Governo Federal;
  • SEBRAE;
  • universidades;
  • instituições financeiras;
  • iniciativa privada;
  • empreendedores locais;
  • associações;
  • entidades do turismo;
  • comunidade.

O objetivo é criar uma estrutura de governança capaz de manter o projeto funcionando no longo prazo.


13. BENEFÍCIOS ESPERADOS

A implantação do projeto poderá gerar impactos positivos em diferentes áreas:

Econômicos

  • geração de empregos;
  • aumento da renda;
  • fortalecimento do comércio;
  • estímulo ao empreendedorismo;
  • atração de investimentos;
  • fortalecimento da cadeia turística.

Sociais

  • novos espaços de lazer;
  • melhoria da qualidade de vida;
  • valorização da população local;
  • capacitação profissional;
  • novas oportunidades para jovens.

Ambientais

  • recuperação de áreas degradadas;
  • proteção da lagoa;
  • preservação da vegetação;
  • educação ambiental;
  • valorização do patrimônio natural.

Turísticos

  • aumento do número de visitantes;
  • maior permanência dos turistas;
  • criação de novos roteiros;
  • fortalecimento da imagem de Lagoa Nova;
  • integração com o turismo do Geoparque Seridó.

14. PÚBLICO-ALVO

O projeto poderá atender diferentes públicos:

Famílias | Aventureiros | Ecoturistas | Ciclistas | Pescadores | Estudantes | Turistas de segunda residência | Visitantes do Geoparque Seridó

Essa diversidade permite que o espaço tenha utilização durante todo o ano.


15. PRIMEIROS PASSOS

A implantação deverá seguir uma sequência planejada:

1º — Criar o Comitê de Turismo Local

Reunir poder público, iniciativa privada, entidades e comunidade.

2º — Delimitar a área do projeto

Definir tecnicamente todo o perímetro estratégico do entorno da lagoa.

3º — Elaborar o Plano de Desapropriação e Regularização

Identificar proprietários, avaliar imóveis e definir as áreas prioritárias para aquisição ou desapropriação.

4º — Realizar os estudos técnicos

Topografia, meio ambiente, mobilidade, infraestrutura, saneamento e viabilidade econômica.

5º — Elaborar os projetos executivos

Projeto urbanístico, arquitetônico, paisagístico, ambiental e turístico.

6º — Buscar recursos

Apresentar o projeto aos governos estadual e federal, instituições financeiras e possíveis parceiros.

7º — Executar as primeiras obras

Priorizar acessos, orla, mirante, trilhas, infraestrutura básica e Centro de Apoio ao Turista.

8º — Capacitar a comunidade

Preparar empreendedores e trabalhadores para receber o fluxo turístico.

9º — Criar os produtos turísticos

Roteiros, passeios, gastronomia, eventos, trilhas e atividades de lazer.

10º — Promover Lagoa Nova

Colocar o município no mapa do turismo regional e nacional.


UMA VISÃO PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS

O Projeto de Ocupação Turística de Lagoa Nova não deve ser pensado como uma obra isolada ou como um projeto de uma única administração.

Trata-se de uma proposta de planejamento territorial e desenvolvimento econômico de longo prazo.

A desapropriação ou aquisição planejada das áreas estratégicas é o primeiro passo para garantir que o entorno da lagoa não seja ocupado de maneira desordenada e possa ser destinado a um projeto público integrado.

Depois disso, vem a infraestrutura, a preservação ambiental, o turismo, a cultura, a gastronomia, o esporte, o lazer e a geração de oportunidades.

O objetivo final é transformar a lagoa em um grande patrimônio público de Lagoa Nova, criando um espaço que seja motivo de orgulho para os moradores e uma experiência marcante para quem visita a cidade.

Lagoa Nova tem beleza.

Com planejamento, preservação e visão de futuro, tem potencial para transformar sua paisagem em desenvolvimento, emprego, renda e qualidade de vida.

LAGOA NOVA

DESTINO QUE ENCANTA

Lagoa Nova: onde a natureza encontra você.

Prêmio Boehringer Ingelheim de Jornalismo abre inscrições para reconhecer reportagens sobre Fibrose Pulmonar

 Premiação de até R$ 10 mil destacará trabalhos jornalísticos que contribuam para ampliar o acesso à informação de qualidade sobre uma doença rara e de difícil diagnóstico

São Paulo, agosto de 2026 – Estão abertas as inscrições para a terceira edição do Prêmio Boehringer Ingelheim de Jornalismo, iniciativa que neste ano reconhecerá reportagens sobre Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) e Fibrose Pulmonar Progressiva (FPP). Ao todo, seis trabalhos jornalísticos serão premiados, sendo três na categoria Jornalismo Audiovisual e três em Jornalismo Textual, com valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.


O prêmio tem como objetivo contribuir para ampliar o acesso da população a informações confiáveis sobre a Fibrose Pulmonar, uma condição rara, crônica e de difícil diagnóstico, promovendo o debate e contribuindo para a jornada de pacientes, familiares e profissionais de saúde.


“O jornalismo tem um papel fundamental na forma como a sociedade compreende temas de saúde. Ao incentivar reportagens e reconhecer os profissionais envolvidos, queremos contribuir para ampliar o acesso da população à informação, diagnóstico e cuidado, além de reforçar nosso compromisso com o jornalismo de qualidade no Brasil”, afirma Andrea Sambati, Presidente da Boehringer Ingelheim no Brasil.


Com a nova edição, o Prêmio Boehringer Ingelheim de Jornalismo busca estimular uma cobertura jornalística responsável e aprofundada sobre a Fibrose Pulmonar, contribuindo para combater a desinformação e promover o debate sobre os desafios enfrentados por pessoas que convivem com a doença.


Nas duas primeiras edições, o prêmio reconheceu reportagens sobre Psoríase Pustulosa Generalizada (PPG), uma forma rara e grave de psoríase, e posteriormente sobre Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), condições cardiovasculares que estão entre as principais causas de morte e incapacidade no país.


Fibrose Pulmonar: os desafios de uma doença rara e de difícil diagnóstico

O prêmio reconhecerá reportagens que contenham informações sobre Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) e/ou Fibrose Pulmonar Progressiva (FPP), doenças pulmonares crônicas que comprometem a capacidade respiratória de forma irreversível e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes.


Por apresentar sintomas inespecíficos, como tosse persistente, cansaço e falta de ar, a jornada do paciente com Fibrose Pulmonar até o diagnóstico e tratamento pode levar cerca de quatro anos. Esse cenário reforça a importância da disseminação de informações confiáveis sobre a doença e de uma cobertura jornalística que contribua para ampliar o conhecimento da sociedade sobre seus sinais, desafios e impactos na vida dos pacientes.


Nesse contexto, o jornalismo tem papel essencial ao traduzir informações científicas em linguagem acessível, abordar a jornada do paciente e promover um debate mais amplo sobre diagnóstico, cuidado e qualidade de vida. O tema ganha ainda mais visibilidade com o Dia Mundial da Fibrose Pulmonar, celebrado em 7 de setembro, data que reforça a importância da conscientização e da disseminação de informações confiáveis sobre a condição.


Serviço

Categorias da premiação

O Prêmio Boehringer Ingelheim de Jornalismo 2026 será dividido em duas categorias, avaliadas por jurados especializados em Comunicação e Saúde:

  • Jornalismo Audiovisual - Conteúdos em vídeo ou áudio publicados em TV, rádio, podcasts, websites e outros formatos.
  • Jornalismo Textual (Online e Impresso) - Reportagens publicadas em jornais, revistas, portais e demais veículos de imprensa.

Ao todo, seis trabalhos jornalísticos serão premiados: três na categoria Jornalismo Audiovisual e três em Jornalismo Textual, com valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Podem participar profissionais vinculados a veículos de comunicação no Brasil, com trabalhos publicados em português e território nacional. Não há limite de inscrições por participante.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Dois mandatos, nenhum sucessor eleito: um tabu que já dura mais de duas décadas no RN

 

Na história recente do Rio Grande do Norte, governadores que cumpriram dois mandatos consecutivos não conseguiram eleger seus sucessores.

O primeiro caso foi Garibaldi Alves Filho, que governou o Estado de 1995 a 2002. Depois de dois mandatos, Garibaldi deixou o governo para disputar o Senado e seu vice, Fernando Freire, assumiu o cargo e tentou permanecer no Executivo estadual. No entanto, Freire foi derrotado por Wilma de Faria nas eleições de 2002.

O mesmo ocorreu com Wilma de Faria, que governou de 2003 a 2010. Seu grupo político lançou Iberê Ferreira de Souza, que assumiu o governo após sua saída, mas acabou derrotado por Rosalba Ciarlini na eleição de 2010.

Agora, em 2026, Fátima Bezerra chega ao fim de dois mandatos consecutivos diante da possibilidade de quebrar esse tabu. A governadora, que assumiu o Estado em 2019 e foi reeleita em 2022, trabalha para manter seu grupo político no comando do Rio Grande do Norte. O nome apoiado pelo seu grupo é Cadu Xavier, atual secretário estadual da Fazenda.

A eleição deste ano, portanto, terá um ingrediente histórico: Fátima Bezerra poderá ser a primeira governadora, nessa sequência histórica, a concluir dois mandatos e conseguir eleger um sucessor escolhido pelo seu grupo político, rompendo um tabu que já dura mais de duas décadas.

Lions Clube Rainha da Serra entrega óculos a alunos da escola Cícero Romão de Souza

O Lions Clube Rainha da Serra realizou, na tarde desta segunda-feira (24), a entrega de óculos para oito crianças da Escola Municipal Cícero Romão de Souza, em Lagoa Nova. A ação faz parte do trabalho social desenvolvido pela instituição e tem como objetivo contribuir para a saúde visual e o desempenho escolar dos alunos.

A entrega foi realizada por Nenên Assunção, presidente do Lions Clube Rainha da Serra, que foi recebida pela gestora da escola, Maria José. O momento foi marcado pela satisfação das famílias em receber os óculos, que vão auxiliar as crianças no dia a dia e nas atividades escolares.

“Para nós, é uma grande alegria poder contribuir com essas crianças. A visão tem um papel fundamental no aprendizado, e essa parceria mostra como a união entre instituições pode transformar vidas e trazer benefícios concretos para nossa comunidade.” Maria José, gestora da Escola Municipal Cícero Romão de Souza.

A presidente do Lions Clube Rainha da Serra também destacou a importância da iniciativa:

“Essa entrega representa muito mais do que oferecer um par de óculos. Estamos ajudando essas crianças a enxergar melhor, estudar melhor e ter mais qualidade de vida. É uma ação que nos deixa muito felizes e reforça o compromisso do Lions com o cuidado e o bem-estar da comunidade.”

Após recomendações do MPF, rua e ponte no RN deixam de ter nomes ligados à ditadura militar

Município de São José de Mipibu renomeou Rua 31 de Março e Dnit retirou referência a Costa e Silva de ponte em Natal
Recomendações do Ministério Público Federal (MPF) já começaram a produzir mudanças em nomes de espaços públicos no Rio Grande do Norte que homenageavam nomes ou fatos ligados à ditadura militar. No município de São José de Mipibu, a antiga Rua 31 de Março passou a se chamar Rua Mirandolinda Teixeira de Andrade. Já o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) retirou a referência à Ponte Presidente Costa e Silva (popularmente conhecida como Ponte de Igapó) da base de dados do Sistema Nacional de Viação de Natal.

As recomendações do MPF, emitidas em 2025, orientaram a revisão de nomes de vias e bens públicos que façam referência, elogio ou homenagem a colaboradores da ditadura civil-militar (1964–1985), ou a datas e outros marcos ligados a esse período. A iniciativa faz parte de uma atuação ampla do Ministério Público Federal no estado.

O MPF já recomendou a retirada de homenagens em diversos espaços públicos de dez municípios potiguares e do governo estadual

A medida tem também papel educativo. “Precisamos contribuir para o resgate da memória democrática e para que novos espaços públicos não recebam homenagens desse tipo”, afirma o procurador regional dos Direitos do Cidadão Emanuel Ferreira, autor dos pedidos.


Trocas - Em São José de Mipibu, a alteração no nome da rua foi feita por meio de lei municipal aprovada e sancionada em fevereiro. No caso do Dnit, a denominação Costa e Silva não havia sido definida por lei federal e aparecia apenas como referência local no cadastro. O órgão informou que a mudança foi realizada e que o local (uma das principais vias de acesso à zona Norte de Natal) passou a constar como ponte sobre o Rio Potengi.

Em Natal, porém, a prefeitura e a Câmara Municipal ainda não promoveram as alterações recomendadas pelo MPF. Por isso, o Ministério Público Federal ingressou com uma ação civil pública (0010966-55.2026.4.05.8400) em março para buscar a mudança dos nomes de bens e espaços públicos municipais que façam referência à ditadura. O processo tramita na Justiça Federal e ainda não houve sentença a respeito.

Ex-prefeito Marcelo Filho rompe com gestão de Bodó e critica gastos e falta de diálogo com o prefeito

Em vídeo, o ex-prefeito de Bodó, Marcelo Filho, explica os motivos que levaram ao rompimento político com a atual gestão do município.

Segundo Marcelo, desde 2025 ele tentou estabelecer diálogo com o prefeito, por meio de ligações e conversas, mas afirma que não conseguiu ser atendido. O ex-prefeito reforça que a decisão, segundo ele, não tem caráter pessoal, mas estaria relacionada ao que considera um “descaso” da administração.

Marcelo Filho também faz críticas à situação financeira do município e afirma que Bodó tinha cerca de R$ 12 milhões em reserva, recursos que, segundo ele, teriam sido consumidos em menos de um ano, além de apontar aumento nos gastos públicos sem resultados positivos para a população.

Ele cita ainda dificuldades em serviços básicos, como abastecimento e transporte de pacientes, além de veículos parados em oficinas por falta de pagamento.

Ao justificar o rompimento, Marcelo Filho afirma: “Meu compromisso não é com prefeito, meu compromisso é com o povo da minha cidade.”

As declarações são do ex-prefeito Marcelo Filho e refletem a avaliação apresentada por ele sobre a atual gestão de Bodó.