quarta-feira, 1 de abril de 2026

Mais que planilhas: dominar Excel abre portas no mercado de trabalho


Essencial em quase todas as áreas profissionais, o Excel deixou de ser um extra no currículo e passou a ser um requisito básico para grande parte das vagas do mercado de trabalho. Por ser um recurso bastante versátil, suas funcionalidades podem ser usadas para diversos fins.

Para o orientador de educação profissional do Senac Tech, Luiz Filipe Licidonio, há muito o que se extrair da ferramenta, pois ela possui mais de 700 funções que podem ser aplicadas no dia a dia. “Há funções que são indispensáveis, como soma, média, máximo, gráficos, entre tantas outras que o Excel oferece e que são essenciais para o mercado. E, saber utilizá-las pode ser um diferencial competitivo”, destaca.

Como há muito a se extrair da ferramenta, profissionais em diferentes funções ou áreas buscam cursos que ensinem a utilização dos recursos disponíveis para se aperfeiçoarem. “É muito comum encontrar nas turmas pessoas que trabalham no setor administrativo ou financeiro e estudantes de graduação, que querem se aprofundar e se preparar para o mercado de trabalho. Até profissionais da saúde estão procurando o curso”, conta o docente.

Há 10 ou 15 anos, o Excel era usado apenas para fazer cálculos simples. Hoje é preciso trabalhar com análise de dados, por exemplo, e as empresas buscam profissionais com esse conhecimento. “Em muitos casos, para fazer essa análise, ter um conhecimento sólido mais avançado de Excel faz toda a diferença”, afirma o docente. Isso acontece porque, para conseguir entender e utilizar outras ferramentas e softwares mais atuais, é necessário um conhecimento prévio do Excel e suas fórmulas.

Para atender a essa demanda crescente, o Senac Tech oferece cursos de Excel do nível básico ao avançado, com foco 100% na prática. As aulas incluem exercícios e situações reais do cotidiano profissional, preparando os alunos para processos seletivos que exigem testes práticos e abrindo portas para o mercado.

Lions Clube Rainha da Serra, Colgate e prefeitura de Lagoa Nova promovem ação de saúde bucal para mais de 300 crianças da rede municipal de ensino

O Lions Clube Rainha da Serra, em parceria com a empresa Colgate e a Prefeitura de Lagoa Nova, realizou uma importante ação voltada à saúde bucal infantil, beneficiando mais de 300 crianças com kits educacionais de higiene bucal. A iniciativa contemplou alunos na faixa etária de 5 a 10 anos, reforçando a importância dos cuidados com a saúde desde a infância.

Durante a ação, as crianças também participaram de palestras educativas sobre higiene bucal ministradas pelo dentista Luca Soares. Na oportunidade, foram repassadas orientações sobre a escovação correta, cuidados diários e a importância da prevenção contra cáries, gengivite e outros problemas bucais.

As escolas atendidas foram:

João Luiz Victor
Maria Esterlina da Silva Mendes
Francisco Jerônimo de Medeiros

Representando o Lions Clube Rainha da Serra, Nenen Assunção destacou a importância da iniciativa. “Cuidar do sorriso é cuidar da vida. É na infância que aprendemos hábitos que levamos para sempre. Que cada escova entregue seja um passo para um futuro mais saudável. O Lions Clube acredita que servir é transformar. Hoje estamos aqui justamente para isso: fazer a diferença, começando pelos pequenos, mas com impacto gigante em nossa comunidade. Muito obrigada aos parceiros e, principalmente, a vocês crianças, que são o nosso maior motivo de seguir servindo”, afirmou.

A ação reforça o compromisso do Lions Clube Rainha da Serra com o bem-estar das crianças e com a promoção da saúde preventiva no município, contribuindo para a formação de hábitos saudáveis e melhor qualidade de vida.

Chuvas voltam a Lagoa Nova nos dias 30 e 31 de março e acumulados chamam atenção em várias comunidades

Precipitações foram registradas em diferentes pontos do município, com volumes expressivos no fim do mês após período sem chuvas.
Após um período de estiagem, os dias 30 e 31 de março de 2026 voltaram a registrar chuvas em diversas comunidades do município de Lagoa Nova. Os dados coletados em vários pluviômetros mostram acumulados importantes, beneficiando a zona urbana e rural e renovando as esperanças para agricultores e moradores.
Entre os maiores volumes somados no período do mês de março, destaque para:
Chuite (Rua Joaquim Félix) – 237 mm
Jean Carlo (Sítio Clavinote) – 225 mm
Fábio Júnior (Sítio Filgueira) – 219 mm
Avistão Paraíso (Rua Manoel Luís de Maria) – 215 mm
Fernando Bidon (PA Serrano) – 211,5 mm
Chagas dos Anjos (Sítio do Meio) – 211 mm
Deca Borges (Sítio Canta Galo) – 200 mm

Somente nos dias 30 e 31 de março, alguns locais registraram bons volumes:

Raimundo Ribeiro (Sítio Baixa Verde) – 90 mm no dia 31
Avistão Paraíso – 85 mm no dia 31
Deca Borges – 81 mm no dia 31
Fábio Júnior – 70 mm no dia 31
Chuite – 70 mm no dia 31
José Luiz (Sítio Ceará) – 66 mm no dia 31
Henrique Góis (Sítio de Dentro) – 65 mm no dia 31
Nelson Coutinho (Sítio Cabeço) – 63 mm no dia 30 e 60 mm no dia 31

Outros pontos também registraram precipitações, mostrando que a chuva foi bem distribuída em várias localidades do município, tanto na zona urbana quanto rural.

Com as chuvas do fim de março, o cenário muda positivamente para o homem do campo, fortalecendo reservatórios, melhorando o pasto e favorecendo o plantio. A expectativa agora é de continuidade das precipitações durante o início de abril.

terça-feira, 31 de março de 2026

Exclusivo: O escritor e historiador Marcus César Cavalcanti de Morais prepara mais um livro que promete valorizar a história e a cultura regiona

O cenário cultural e histórico do Rio Grande do Norte está prestes a ganhar mais um capítulo de grande relevância. O historiador, jornalista e escritor Marcus César Cavalcanti de Morais, figura já tradicionalmente enraizada no cotidiano de Lagoa Nova e detentor de uma inestimável contribuição intelectual ao estado e à nossa região, encontra-se debruçado sobre a escrita de mais um livro inédito.

A nova produção promete dar continuidade ao rigor investigativo e à narrativa fluida que são marcas registradas do autor. Natural da capital do estado, mas abraçado pela serra de Lagoa Nova desde 2017, Marcus César tem sido um agente ativo na valorização da identidade estadual, seja por seu histórico à frente da Revista Foco Nordeste ou por suas pesquisas contundentes que redefinem o entendimento da nossa história.

Obras que marcaram a historiografia potiguar

Para dimensionar a expectativa em torno deste novo projeto, é indispensável revisitar o legado literário e documental já construído pelo autor ao longo dos anos. Abaixo, um resumo de seus principais livros publicados:

O Brasil Nasceu Juridicamente no RN: Uma de suas publicações de maior repercussão e importância política. Neste livro, o historiador defende e documenta a tese de que a posse oficial do território brasileiro por Portugal se deu no Rio Grande do Norte, com a fixação do Marco de Touros em 7 de agosto de 1501. A obra apresenta a expedição topográfica e o próprio marco como o documento jurídico mais antigo do país — pesquisa que fundamentou de forma direta a criação da lei estadual que instituiu a data como o Dia do Rio Grande do Norte.

Terras Potiguares (2007): Uma obra de referência abrangente e densa que mapeia a formação do estado. O livro atua como um compêndio detalhado sobre a evolução geográfica, administrativa e social do Rio Grande do Norte, dissecando as raízes e as tradições do povo potiguar. É um material de consulta recorrente para acadêmicos e estudiosos da nossa história regional.

Retrato Narrado da cidade do Natal: Um mergulho criterioso na evolução da capital potiguar. O autor traça uma crônica histórica das transformações da cidade, resgatando memórias urbanísticas e sociais que ajudam a compreender as mudanças de cenário e a construção da identidade natalense contemporânea.

O Portal Lagoa Nova Destaque continuará acompanhando os bastidores da produção desta nova obra, que certamente trará perspectivas ainda mais ricas para o acervo literário e histórico do nosso estado.

Após 26 dias sem chuvas, penúltimo dia de março registra precipitações em Lagoa Nova

Depois de quase um mês de estiagem, a chuva voltou a cair em Lagoa Nova nesta terça-feira, 30 de março, trazendo esperança para agricultores e moradores da zona urbana e rural. Os pluviômetros espalhados pelo município registraram bons volumes, marcando o retorno das precipitações após 26 dias sem chuva.

Entre os maiores acumulados do dia, destaque para:

Mirante Casa Di Taipa(Sítio Cabeço) - 63 mm
Jean Carlo (Sítio Clavinote) – 33 mm
Canindé Julião (Sítio Macambira) – 30 mm
Chagas dos Anjos (Sítio do Meio) – 29 mm
Sales (Baixa Grande) – 25 mm
Rosa (PA São Pedro) – 25 mm
Henrique Góis (Sítio de Dentro) – 22 mm
Fábio Júnior (Sítio Filgueira) – 19 mm

Outras localidades também registraram precipitações, mostrando que a chuva alcançou diferentes pontos do município, tanto na zona urbana quanto rural.


 

Lagoa Nova permanece no Mapa do Turismo Brasileiro e COMTUR celebra nova aprovação

O Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) de Lagoa Nova emitiu uma nota informando que o município foi aprovado novamente e continuará integrando o Mapa do Turismo Brasileiro. A conquista é resultado de dias de estudo, orientação, articulação e capacitação para cumprimento dos critérios exigidos pelo Ministério do Turismo.

Com a permanência no mapa, Lagoa Nova segue sendo reconhecida como um município que se destaca no setor turístico e que atende às exigências necessárias para receber recursos federais, além de participar de ações, capacitações e promoções voltadas ao desenvolvimento do turismo.

Entre os principais benefícios da permanência estão:

• Prioridade no acesso a recursos federais para obras de infraestrutura turística, como melhorias em acessos, sinalização e urbanização;
• Maior visibilidade nacional, com inclusão em roteiros oficiais e campanhas do Ministério do Turismo;
• Fortalecimento do turismo regional por meio da integração com outras cidades;
• Categorização estratégica para direcionamento de políticas públicas;
• Acesso a cursos e programas de qualificação para gestores e profissionais do setor.

Na nota, a Secretaria Executiva do COMTUR agradeceu aos conselheiros pelo apoio, participação nas discussões e decisões que contribuem para o crescimento do turismo lagoanovense.

O conselho destacou ainda que a conquista representa mais oportunidades para promover o município, incentivar o turismo local e gerar emprego e renda para a população.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Falece Dona Laura

 

Faleceu na capital do estado, às 11h30 desta segunda-feira (30), a senhora Laura Maria de Medeiros (Dona Laura). Ela era mãe da ex-vereadora, ex-prefeita e atual vice-prefeita do município de Cerro Corá, Graças Oliveira. Dona Laura era viúva de Manoel Abdias de Medeiros.

O velório do corpo de Laura Medeiros ocorre em sua residência, na Rua José Ferreira da Costa, nº 136, no centro de Lagoa Nova.

A missa de corpo presente será celebrada às 8h30 desta terça-feira, na Igreja Matriz de São Francisco de Assis. Em seguida, o sepultamento acontecerá no Cemitério Público Santo Expedito.

Neste momento de dor, familiares e amigos recebem as mais sinceras condolências.

RN sanciona lei que pune donos de cães por ataques a animais em propriedades rurais


O Governo do Rio Grande do Norte sancionou uma lei, nesta sexta-feira (27), que responsabiliza tutores de cães por danos causados a animais de produção em propriedades rurais. A nova legislação (nº 12.660/2026) estabelece que donos de cachorros que invadam áreas rurais e ataquem rebanhos — bovinos, caprinos, ovinos, suínos, aves e equinos — poderão responder pelos prejuízos nas esferas cível e criminal.

Além disso, a lei prevê aplicação de multas administrativas que variam conforme o dano causado. Em casos de animais feridos ou mutilados, a penalidade vai de 50 a 500 Unidades Fiscais de Referência do Estado do Rio Grande do Norte (UFIRN). Já quando há morte, os valores podem chegar a 1.000 UFIRNs por animal. Em caso de reincidência, as multas são dobradas.

A UFIRN funciona como um índice em dinheiro usado pelo governo estadual para calcular valores de multas, taxas e outras cobranças — como essa da lei. Em vez de a lei fixar um valor em reais (que ficaria desatualizado com o tempo), o texto usa a UFIRN.

O texto também define como “cães errantes” aqueles que circulam sem supervisão ou controle em propriedades alheias. Nesses casos, quando não for possível identificar um tutor, caberá ao poder público realizar o recolhimento e a destinação do animal.

Os recursos arrecadados com as multas deverão ser destinados a ações como castração, controle populacional e programas de conscientização sobre guarda responsável. A lei já está em vigor e, de acordo com o Governo, busca reduzir prejuízos recorrentes enfrentados por produtores rurais, especialmente em regiões onde ataques de cães a rebanhos são frequentes.

MPF vai à Justiça para apagar marcas da ditadura militar em ruas e bens de Natal (RN)

 

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra o município do Natal para garantir a alteração do nome de bens e logradouros públicos que fazem apologia ao golpe militar de 1964 ou a agentes da ditadura (que durou até 1985). A iniciativa busca enfrentar os chamados ‘legados da ditadura’, que ainda persistem na capital potiguar, e foi tomada depois de a prefeitura e a Câmara Municipal demonstrarem omissão sobre o assunto.

De acordo com a ação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Emanuel Ferreira, a manutenção de homenagens a figuras ligadas à repressão não é apenas uma questão de nomes em placas, mas uma prática que ajuda a naturalizar ideologias extremistas, como as que levaram à tentativa recente de golpe de estado, em janeiro de 2023, que teve em Natal um dos núcleos de apoio, com os acampamentos e protestos realizados na avenida Hermes da Fonseca, em frente a um quartel do Exército.

Celebrar o período autoritário enfraquece o regime democrático e pode incentivar movimentos que buscam a abolição violenta do Estado de Direito. A existência de homenagens como as das ruas “31 de Março”, “Presidente Costa e Silva” e “Presidente Médici” em bairros de Natal fere a Constituição Federal e os direitos humanos.

Omissão – A ação destaca que a alteração de nomes de bens públicos depende apenas de um ato do prefeito, enquanto a mudança no nome de ruas exige que a Câmara Municipal crie uma lei específica. A prefeitura, no entanto, sequer respondeu à recomendação encaminhada pelo MPF, “mesmo diante de reiterações do expediente e da ressalva de que a ausência de resposta seria interpretada como recusa”.

Ao mesmo tempo, a Câmara Municipal também nunca aprovou normas que retirem as homenagens indevidas e proíbam novas irregularidades do tipo, apesar de já haver precedentes, como a lei que impede homenagens a pedófilos e estupradores em Natal.

O procurador reforça que o Brasil já foi condenado em cortes internacionais por não tratar adequadamente os reflexos da ditadura e a mudança desses nomes é um passo essencial para a justiça de transição e para a preservação da memória das vítimas.

Além de a Constituição Federal já estar em vigor há 37 anos, a expectativa para que todas as instâncias legislativas do país adotem legislações nesse sentido se intensificou nas últimas décadas, com a publicação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, em 2014, e devido a mais uma tentativa de golpe de estado, em 8 de janeiro de 2023.

“Nenhum desses eventos, infelizmente, foi capaz de sensibilizar o poder legislativo local para que, exercendo o necessário papel de guardião político da democracia, editasse lei proibindo as homenagens objeto desta ação”, lamenta Emanuel Ferreira. Uma proposta de lei sobre o tema só surgiu após a recomendação do MPF, porém, mais de um ano depois, ainda não foi aprovada. Além disso, a proposta chegou a ter parecer contrário na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.

Pedidos – Na ação apresentada à Justiça, o MPF requer que a prefeitura e a Câmara Municipal de Natal sejam obrigados a:

* Realizar um estudo técnico, em até 90 dias, para identificar todos os bens públicos com nomes de colaboradores da ditadura, sejam prédios, salas, auditórios, centros culturais, escolas, vias, bairros e qualquer outro bem ou monumento público.

* Modificar, no prazo de 120 dias, do nome desses bens e logradouros indicados no estudo técnico.

* Publicar, também no prazo de 120 dias, nos sites, redes sociais e no diário oficial, os bens e logradouros renomeados e as razões das mudanças.

Além disso, o MPF pede que a Justiça Federal fixe um prazo para que a Câmara Municipal elabore uma norma proibindo nomes de vias e logradouros públicos que contenham referências, elogios ou homenagens a colaboradores da ditadura.

Ação Civil Pública nº 0010966-55.2026.4.05.8400

Lagoa Nova é destaque em rede nacional e moradores relatam impactos de parques eólicos


A reportagem exibida no Domingo Espetacular deste domingo, 29 de março, trouxe à tona a realidade de moradores da zona rural de Lagoa Nova, , que convivem com os impactos da instalação de aerogeradores próximos às residências.
No sítio do casal Juvenal e Celizelda, no Sítio Santa Rita, os equipamentos instalados desde 2016 têm causado barulho constante e sombras das pás, o que, segundo os moradores, tem afetado a saúde e o bem-estar. Além disso, eles relatam mudanças ambientais, como o desaparecimento de aves e o adoecimento de plantas, incluindo mangueiras, sem explicação clara.
A família tentou obter indenização por danos materiais devido a rachaduras na casa, mas o pedido foi negado após reformas no imóvel. No entanto, uma ação por danos morais resultou em compensação financeira.
Em outra comunidade, no povoado Maxixe, moradores também relatam sintomas associados à chamada “síndrome da turbina”, com insônia, dores constantes e desconforto causado pelo ruído intenso, principalmente à noite. Alguns já deixaram suas casas em busca de melhores condições.
Além disso, a reportagem mostrou a preocupação com o funcionamento recente de uma mina de ouro próxima ao povoado, onde explosões diárias estariam provocando tremores sentidos dentro das residências, inclusive registrados por sismógrafos instalados nas casas.

Apesar da energia eólica ser considerada essencial para a produção de energia limpa e redução das mudanças climáticas, o caso levanta discussões sobre os impactos sociais e ambientais enfrentados pelas comunidades que vivem próximas aos empreendimentos.