terça-feira, 14 de julho de 2026

Globo fica sem semifinal da Copa pela 1ª vez em 56 anos; entenda por quê

 Emissora transmitirá apenas Inglaterra x Argentina após a CazéTV exercer prioridade na escolha dos jogos e garantir exclusividade de França x Espanha


A Globo não exibirá uma das semifinais da Copa do Mundo pela primeira vez em 56 anos. Nesta terça-feira (14), o duelo entre França e Espanha terá transmissão exclusiva da CazéTV, enquanto a emissora carioca optou por exibir Inglaterra x Argentina, marcado para quarta-feira (15).

A ausência marca um fato inédito desde 1970, quando a Globo transmitiu uma Copa do Mundo pela primeira vez. Naquele Mundial, disputado no México, as duas semifinais aconteceram simultaneamente, impedindo a exibição de ambos os confrontos. A emissora escolheu transmitir Brasil x Uruguai, que terminou com vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1.

Desde então, sempre que o formato da competição contou com semifinais, a Globo exibiu as duas partidas. As únicas exceções ocorreram nas Copas de 1974 e 1978, quando o torneio adotou uma segunda fase em grupos e não teve confrontos semifinais.

Mesmo na edição de 1994, quando as partidas decisivas foram disputadas no mesmo dia, a diferença de fuso horário entre Nova Jersey e Los Angeles permitiu que a emissora transmitisse Bulgária x Itália e, na sequência, Suécia x Brasil.

A mudança em 2026 acontece por causa do modelo de divisão dos direitos de transmissão. A CazéTV adquiriu os direitos para exibir todos os 104 jogos da Copa do Mundo e tem prioridade na escolha das partidas. Depois da definição do canal comandado por Casimiro Miguel, a Globo seleciona os confrontos restantes dentro do pacote de 55 partidas ao qual tem direito.

Com isso, a CazéTV escolheu transmitir com exclusividade França x Espanha, deixando para a Globo a outra semifinal, entre Inglaterra e Argentina.

Depois de estrear em Copas do Mundo no Catar, em 2022, a CazéTV ampliou seu acordo para a edição de 2026 e passou a ser a única empresa no Brasil com direito de transmitir todas as partidas do torneio.

O confronto entre França e Espanha, marcado para esta terça-feira, às 16h (de Brasília), vale vaga na final da Copa do Mundo e será exibido gratuitamente apenas pela CazéTV. Já Inglaterra e Argentina se enfrentam na quarta-feira (15), em jogo que também terá transmissão da Globo.

PF investiga esquema de exploração sexual de mulheres e trabalho análogo à escravidão no RN e PB

A Polícia Federal realizou, nesta segunda-feira (13), uma operação que investiga uma possível estrutura organizada para exploração sexual de mulheres em situação de vulnerabilidade no Rio Grande do Norte e na Paraíba.

A ação cumpriu dois mandados de prisão preventiva nos municípios de Nova Cruz, no RN, e Pitimbu, na PB. As ordens foram expedidas pela 16ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.

A investigação é uma continuidade da primeira fase da Operação Donos da Noite, realizada em junho deste ano. De acordo com a Polícia Federal, os envolvidos são suspeitos de manter um esquema baseado em práticas como aliciamento, endividamento, restrição de liberdade e exploração econômica de mulheres.

Entre os crimes investigados estão tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, organização criminosa, redução de pessoas a condição análoga à de escravo, rufianismo e manutenção de locais destinados à exploração da prostituição.

De acordo com a Polícia Federal, as apurações continuam para esclarecer a atuação dos suspeitos e identificar outros possíveis envolvidos.

Com informações de Portal da 98 FM

MPF defende condenação de apresentador por violência política de gênero contra deputada federal

Órgão sustenta que liberdade de expressão não protege discursos misóginos e que ataques contra mulheres na política geram dano moral coletivo

Em recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) defende o reconhecimento da prática de violência política de gênero nas declarações feitas pelo apresentador Ratinho contra a deputada federal Natália Bonavides, em dezembro de 2021. O órgão pede a condenação do apresentador e da emissora responsável pela transmissão ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, além da adoção de medidas de caráter educativo.

FGTS libera saque de até R$ 6.220; veja quem tem direito



Benefício não é destinado a todos os trabalhadores. A modalidade atende moradores de cidades em situação de emergência ou calamidade pública reconhecida oficialmente

ACaixa Econômica Federal permite que trabalhadores retirem até R$ 6.220 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por meio da modalidade conhecida como Saque Calamidade. O benefício, porém, não é liberado para toda a população.

A medida é destinada exclusivamente a pessoas que tiveram a residência afetada por desastres naturais e vivem em municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos oficialmente pelas autoridades.

O dinheiro liberado não representa um benefício extra do governo. Trata-se do saldo já existente na conta do FGTS do trabalhador, que pode ser sacado antecipadamente em casos de necessidade.

O valor máximo é de R$ 6.220 por conta do FGTS. Caso o trabalhador tenha um saldo inferior, poderá retirar apenas a quantia disponível.

Quem pode solicitar?

O Saque Calamidade está disponível para trabalhadores que moram em cidades habilitadas pela Caixa e que foram atingidas por eventos como:

Enchentes, inundações e enxurradas;
Alagamentos e invasão do mar em áreas costeiras;
Deslizamentos de terra;
Vendavais, tempestades com granizo e tornados;
Ciclones, furacões e tufões.

A modalidade já foi utilizada em grandes desastres ocorridos no Brasil, como os rompimentos das barragens de Mariana e Brumadinho (MG) e os deslizamentos em Petrópolis (RJ).

Quais são as regras?

Para solicitar o saque, o município precisa ter o reconhecimento oficial da situação de emergência ou calamidade pública e estar habilitado pela Caixa.

Em geral, o trabalhador pode fazer um saque por evento, desde que seja respeitado um intervalo mínimo de 12 meses entre as solicitações.

A única exceção ocorreu em 2024 para municípios do Rio Grande do Sul atingidos pelas enchentes históricas. Na ocasião, um decreto federal dispensou esse intervalo. Para os demais casos, a regra continua valendo.

Como pedir o Saque Calamidade?

O procedimento é feito totalmente pelo aplicativo FGTS. Basta acessar a opção "Solicitar saque", selecionar a modalidade "Calamidade pública", informar o município atingido e preencher os dados solicitados.

Também é necessário enviar alguns documentos:

Documento de identidade;
CPF;
Comprovante de residência emitido até 120 dias antes do decreto de calamidade.

Caso o comprovante esteja em nome do cônjuge, é preciso apresentar certidão de casamento ou documento que comprove união estável. Se não houver comprovante, o trabalhador poderá apresentar uma declaração emitida pela prefeitura ou, em algumas situações, uma declaração própria, que será posteriormente verificada pela Caixa.

Operação resgata 29 trabalhadores em condições análogas à escravidão

Ação conjunta na BA e em PE também flagrou exploração mineral ilegal
Uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 29 trabalhadores em situação análoga à escravidão na Bahia e em Pernambuco. A ação de fiscalização foi feita em três pedreiras nas regiões dos municípios de Sento Sé (BA) e Casa Nova (BA), nas proximidades de Juazeiro, e Santa Cruz (PE).

A função dos trabalhadores era extrair pedras usadas em obras de pavimentação, inclusive em serviços ligados a prefeituras da região.

A Defensoria Pública da União informou nesta segunda-feira (13) que os órgãos firmaram Termos de Ajustamento de Conduta com as empresas responsáveis. Os empregadores pagarão quase R$ 500 mil em verbas rescisórias e indenizações individuais, bem como valores R$ 30 mil e R$ 102,5 mil em danos morais coletivos.

Durante as fiscalizações, realizadas em parceria com o Ministério Público do Trabalho, a DPU e a Polícia Federal , foram identificadas condições degradantes de trabalho e de alojamento.

Os trabalhadores não tinham acesso adequado à água potável, não contavam com espaço apropriado para refeições e estavam instalados em barracões de lona, dormindo em colchões no chão.

Além disso, os empregados não contavam com equipamentos de proteção individual e estavam expostos à situações de risco à saúde e à segurança.

“Em uma das pedreiras fiscalizadas, a equipe encontrou alimentos armazenados junto a substâncias tóxicas no alojamento. Parte dos equipamentos utilizados nas atividades também foi interditada devido ao risco oferecido aos trabalhadores”, disse a DPU.

Também foram verificados indícios de exploração mineral sem autorização do órgão regulador competente, situação que deverá ser apurada pelos órgãos responsáveis.

O trabalho em condição análoga à escravidão é caracterizado por situações como condições degradantes de trabalho, jornada exaustiva, trabalho forçado ou restrição de locomoção em razão de dívida.

Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados de forma anônima pelo Sistema IPÊ, canal oficial do governo federal para recebimento de denúncias sobre esse tipo de violação.

ECA completa 36 anos entre avanços e desafios para proteger crianças

Crianças e adolescentes seguem expostos a velhas e novas violências
O Brasil comemorou nesta segunda-feira (13) os 36 anos da Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A data abre a semana dedicada à legislação e estimula debates sobre políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes.

O ECA foi uma das primeiras leis aprovadas após a Constituição de 1988 e consolidou o princípio da prioridade absoluta à proteção de crianças e adolescentes. Em situações específicas previstas na legislação, algumas medidas podem se estender até os 21 anos.

“Por causa do ECA, a gente consegue enxergar crianças e adolescentes como sujeitos de direitos”, resume a assistente social Andressa Ferreira Cândido, que trabalha na Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Paraná, onde promove clubes de leitura junto a adolescentes que estão internados no sistema socioeducativo do estado.

Segundo a especialista, há motivos para comemorar os 36 anos do ECA. Desde sua criação, o país reduziu a mortalidade infantil, universalizou o acesso ao ensino fundamental, aperfeiçoou as regras de adoção e estruturou uma rede nacional de conselhos tutelares eleitos pela população.
Conquistas e lacunas

Está incompleta, no entanto, a travessia para que crianças e adolescentes tenham garantidos e respeitados todos os seus direitos, pondera Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund Brasil, ONG com sede nos Estados Unidos e que tem como missão apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

“Houve grandes avanços, mas quando a gente olha para os desafios, a gente vê que eles também cresceram muito”, lamenta o presidente do ChildFund Brasil.

“Andamos menos que deveríamos. Por exemplo, o tema do orçamento da criança adolescente: não temos o monitoramento do orçamento da criança. Não conseguimos mensurar o quanto que a gente consegue que está sendo investido de fato na criança e no adolescente, porque isso está espalhado em diversas rubricas, na saúde, na assistência social e na educação”, assinala Cunha que é especialista em política pública e defende a ampliação da oferta de creches. “Um terço das crianças ainda não tem acesso a creche.”
Retrocessos e riscos digitais

Para o presidente do ChildFund Brasil, além de faltar alguns passos na efetivação de direitos previstos no ECA, há retrocessos e novos riscos graves como à exposição à violência, ao abuso sexual e ao bullying.

“Tem um tema que eu afirmo que a gente regrediu. É o tema das violências, seja a violência física, psicológica ou sexual. Digo que houve regressão porque houve nesse período o advento da internet. Você tem centenas de milhares de criminosos navegando na rede, criando redes de pedofilia, acessando sites, trocando imagens, se passando por criança.”

Para Maurício Cunha, “o ECA digital, recentemente instituído, aponta caminhos para a melhoria. Ele traz um potencial grande de melhora ao responsabilizar as big techs. Ao impor mecanismos, por exemplo, de verificação de idade. Então, é um avanço significativo.”

Em sua percepção, “o ECA Digital precisa ser melhor regulamentado. Por exemplo, a gente ainda não sabe como vão funcionar esses mecanismos de verificação de idade.”
Maioridade penal

Além dos desafios do mundo virtual, o país ainda enfrenta problemas históricos, como o envolvimento de adolescentes em atos infracionais e a consequente internação no sistema socioeducativo. “O sistema é muito oneroso. Um menino parar nessa condição, chegar a essa condição, é a falência da sociedade”, lamenta.

“Mais importante seria trabalhar com políticas públicas eficazes, com o fortalecimento das capacidades protetivas familiares, e a prevenção para que um menino não precise chegar a qualquer forma de encarceramento.”

Para a assistente social Andressa Ferreira Cândido a “internação” no sistema socioeducativo, sob a responsabilidade do Estado, “tem estrutura de privação de liberdade, que é muito semelhante ao sistema penitenciário.”

Cândido estranha quem defenda a prisão de adolescente e a redução da maioridade penal. Segundo ela, o risco é de serem recrutados por facções criminosas. “Indo para o sistema prisional comum, esse adolescente de 16, 17 anos, ele vai estar em contato com pessoas mais velhas, que vão utilizá-los. Eles vão acabar sendo aviãozinho dentro das penitenciárias.”

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira



Começam nesta terça-feira (14) as inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2026. Os interessados em participar do certame têm até o dia 17 para, via internet, fazer a inscrição no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do MEC.

Prioritariamente, o programa beneficia estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Vagas

Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.

Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.

Regras de carência

Uma resolução publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13) pelo Ministério da Fazenda e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou algumas das regras de carência apresentadas anteriormente.

Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da dívida e era vedada a capitalização desses juros. Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse período podem ser incorporados ao saldo devedor.

A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies — até 60 meses para pessoas físicas e até 96 meses para pessoas jurídicas.

Quem pode se inscrever

Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:

- ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;

- ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;

- não ter tirado nota zero na prova de redação;

- ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).

Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.

O MEC destaca que, no caso das vagas destinadas às pessoas com deficiência (PCD), os candidatos deverão comprovar a sua situação por meio de laudo médico, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID). 

Fies Social

O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.

Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.

Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.

Cronograma do Fies para o segundo semestre de 2026:

- inscrições: de 14 a 17 de julho;

- resultado: 30 de julho;

- complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;

- lista de espera: de 7 a 24 de setembro.

Uma importante conquista para a cultura de Lagoa Nova

O Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte publicou uma excelente notícia para o município de Lagoa Nova.

A Governadora Fátima Bezerra sancionou a Lei nº 12.830, de 10 de julho de 2026, que reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Cultural Imperatriz. Esse reconhecimento representa um importante avanço para a entidade, fortalecendo sua atuação e ampliando as possibilidades de acesso a parcerias, projetos e incentivos voltados ao desenvolvimento cultural.

A conquista reforça a importância da Associação Cultural Imperatriz na preservação, valorização e promoção da cultura lagoanovense, beneficiando toda a comunidade.

Parabéns à Associação Cultural Imperatriz por mais essa importante vitória para a cultura de Lagoa Nova!



TRE-RN realiza reuniões de acompanhamento do Plano Integrado das Eleições 2026

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação e Eleições (STIE), realizou, nos dias 7, 8 e 9 de julho, reuniões de acompanhamento do Plano Integrado das Eleições (PIELEI) 2026 nos polos de Currais Novos, Martins e Mossoró.

Os encontros têm como objetivo acompanhar e avaliar a execução das atividades planejadas para as Eleições Gerais de 2026, além de identificar eventuais ajustes necessários para garantir uma melhor execução do Plano Integrado das Eleições, com foco no pleito marcado para o dia 4 de outubro.

Participaram das reuniões o secretário de Tecnologia da Informação e Eleições, Marcos Maia; a coordenadora de Eleições, Teresa Farache; a chefe da Seção de Planejamento e Logística de Eleições, Karina Pedrosa; a chefe de Gabinete da Secretaria de Tecnologia da Informação e Eleições, Jussara Borba; além dos chefes de cartório das zonas eleitorais que integram cada polo.

No dia 7 de julho, em Currais Novos, participaram representantes das 16ª, 20ª, 21ª, 22ª, 23ª, 24ª, 25ª, 26ª, 27ª e 68ª zonas eleitorais.

Em Martins, no dia 8 de julho, estiveram presentes representantes das 31ª, 36ª, 37ª, 38ª, 39ª, 40ª, 41ª, 42ª, 43ª, 63ª e 65ª zonas eleitorais.

Já em Mossoró, no dia 9 de julho, participaram representantes das 29ª, 32ª, 33ª, 34ª, 35ª, 45ª, 49ª, 54ª e 58ª zonas eleitorais.

A programação de reuniões do PIELEI 2026 terá continuidade em Natal, nos dias 14 e 16 de julho. No encontro do dia 14, participarão representantes das 8ª, 10ª, 11ª, 12ª, 13ª, 14ª, 15ª, 17ª, 18ª, 19ª, 30ª, 47ª, 52ª, 53ª e 62ª zonas eleitorais. Já no dia 16, estarão reunidas as equipes das 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 9ª, 44ª, 46ª, 50ª, 51ª, 64ª, 67ª e 69ª zonas eleitorais.

As reuniões fazem parte do cronograma de preparação das Eleições Gerais de 2026 e seguem até o dia 16 de julho, quando serão realizados os encontros com as zonas eleitorais dos polos de Natal.



fonte: TRE RN

Inscrições abertas para o I Colóquio Intersecções: questões étnico-raciais nas humanidades

Estão abertas as inscrições para o I Colóquio Intersecções: questões étnico-raciais nas humanidades. O evento será realizado de forma totalmente online nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, com o objetivo de debater e ampliar os estudos sobre a temática étnico-racial dentro do campo das ciências humanas.

A programação contará com mesas-redondas integradas por escritoras negras e indígenas, como Débora Gil e Meyriane Catu. O colóquio também terá a participação do professor Shannon Brincat, da University of Sunshine Coast (Austrália), responsável por ministrar uma palestra durante as atividades.
Submissão de Trabalhos e Grupos de Discussão

Além dos debates principais, o evento contará com 4 Grupos de Trabalho (GTs) específicos, voltados à discussão étnico-racial integrada ao ensino. Os interessados em apresentar pesquisas ou relatos de experiência nesses espaços devem encaminhar os trabalhos para o e-mail interseccoes@ifrn.edu.br.
Como se inscrever

As inscrições estão disponíveis tanto para a modalidade de ouvintes quanto para expositores. O procedimento deve ser realizado de forma gratuita por meio do link no Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP): Clique aqui para se inscrever no evento

Fonte: IFRN