domingo, 18 de janeiro de 2026

Projeto Leite e Genética atende mais de 300 produtores em 60 municípios do RN

 

O Projeto Leite e Genética, do Sebrae-RN, encerrou em 2025 mais um ciclo de fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Rio Grande do Norte, atendendo mais de 300 produtores em 60 municípios, com destaque para a Região Metropolitana de Natal, Seridó Ocidental e Alto Oeste. A iniciativa promoveu o avanço genético e o aumento da produtividade dos rebanhos de leite e de corte, por meio da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e acompanhamento técnico.

No período, 6.810 animais foram contratados para inseminação, com 5.679 aplicações realizadas. Do total de participantes, 59% eram produtores de leite e 41% criadores de gado de corte. O projeto segue impactando positivamente a produção, a renda e o desenvolvimento sustentável no campo. Um novo ciclo está previsto para acontecer entre março e maio de 2026, com participação de produtores formalizados e parcerias com prefeituras, secretarias e indústrias.

TV Brasil Internacional estreia série sobre a Cracolândia

 

Neste domingo (18), às 20h, no horário de Brasília, a TV Brasil Internacional, do canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), estreia série produzida pelo Brasil de Fato, Território em Fluxo. A produção conta com cinco episódios e aborda os principais conflitos da região conhecida como “Cracolândia”, em São Paulo, desde a resistência e alternativa à guerra contra as drogas.

Em formato de documentário, o projeto mostra os processos sociais e históricos que permeiam a sociedade. São olhares profundos e sensíveis sobre os desafios, as transformações e a pluralidade de vozes.

Além disso, a série convida o público a compreender o mundo a partir de contextos e experiências que vão desde o urbano ao rural e das questões ambientais às relações sociais.
TV Brasil Internacional

A TV Brasil Internacional é o canal de televisão da EBC voltado para os brasileiros que moram no exterior, valorizando a identidade nacional e a cultura brasileira pelo mundo. Atualmente, conta com audiência em cerca de 80 países, sendo uma janela aberta para a cultura e a informação, promovendo a conexão com o país por meio de uma programação diversificada que valoriza o Brasil e suas histórias para todos os públicos.

As atrações da emissora são selecionadas e organizadas em cinco faixas de programação que se alternam ao longo do dia para atender aos diferentes fuso-horários no mundo. O canal público também está disponível gratuitamente no site tvbrasilinternacional.ebc.com.br, no YouTube e app TV Brasil Internacional, disponível para Android e iOS.

Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; sorteio será na terça (20)

Sem apostadores que acertassem seis dezenas no concurso 2961, o prêmio da Mega-Sena acumulou na noite de sábado (17), segundo a Caixa Econômica Federal. O próximo concurso, na terça-feira (20), poderá pagar R$ 50 milhões.

Os números sorteados neste fim de semana foram 10, 13, 55, 56, 59 e 60.

Um total de 74 apostas conseguiu acertar cinco dezenas e levou o prêmio de R$ 29.835,57. Mais 4.863 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 748,36.

Novas apostas podem ser feitas até as 19h de terça-feira. Às 20h, ocorrerá o sorteio no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Governo do RN anuncia local de construção do novo estádio de futebol de Mossoró

 

O Governo do Rio Grande do Norte anunciou oficialmente o local onde será construído o novo estádio de futebol de Mossoró. O anúncio foi feito pela governadora Fátima Bezerra durante evento realizado na manhã deste sábado (17), que contou com a presença de lideranças políticas e desportivas da região.

O novo equipamento esportivo será construído no bairro Abolição II e representa um marco histórico para o esporte mossoroense, que há mais de três anos enfrenta a ausência de um espaço adequado para a realização de competições oficiais.

O terreno destinado à obra possui 78,5 mil metros quadrados. Inicialmente, o estádio terá capacidade para 5 mil torcedores sentados, número que atende à exigência mínima da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a realização de partidas das séries C e D do Campeonato Brasileiro. O projeto, no entanto, prevê a possibilidade de ampliação futura, podendo chegar a 15 mil lugares.

Atualmente, devido à falta de um estádio em funcionamento em Mossoró, os clubes locais têm sido obrigados a mandar seus jogos em outros municípios. Na última quarta-feira (14), por exemplo, o Potiguar enfrentou o ABC pelo Campeonato Estadual no Estádio Francisco Antônio da Costa, conhecido como “O Fião”, em Serra do Mel.

Situação do Nogueirão

O Estádio Leonardo Nogueira, o Nogueirão, inaugurado em 4 de junho de 1967, está interditado há quase dois anos. O equipamento enfrenta problemas estruturais e entraves jurídicos, o que inviabiliza sua utilização e impede que os clubes mossoroenses exerçam o mando de campo na própria cidade. Diante desse cenário, o Potiguar, um dos principais times de Mossoró, vem realizando seus jogos fora do município.

O anúncio do novo estádio reforça o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento do esporte e com a valorização da tradição futebolística de Mossoró. A história do futebol na cidade teve início oficialmente em 1919, com a criação da Liga Mossoroense de Futebol e do Humaitá Futebol Clube, seguida, em 1920, pelo surgimento do Ipiranga Esporte Clube.

A força do turismo no Rio Grande do Norte

Poucas atividades dizem tanto sobre a economia do Rio Grande do Norte quanto o turismo. Os números mais recentes ajudam a dimensionar essa importância e mostram que o setor vive um momento positivo, resultado de uma trajetória que vem se consolidando ao longo dos últimos anos. Em 2024, o estado alcançou a maior receita turística de sua história: R$ 11,3 bilhões, segundo levantamento do Instituto Fecomércio RN. Um marco que ajuda a explicar por que, em 2025, o turismo segue sustentando o desempenho do setor de serviços e gerando oportunidades em diferentes regiões.

O peso do turismo na economia potiguar é expressivo. O Rio Grande do Norte é hoje o segundo estado do Nordeste onde a atividade tem maior participação relativa no Produto Interno Bruto chegando a 6,62%, e Natal lidera entre as capitais da região, com quase 12% da economia diretamente ligada ao setor. Trata-se de um dado revelador em um estado com baixa industrialização e forte dependência de atividades intensivas em serviços.

Esse protagonismo não é recente. No período pós-pandemia, o turismo potiguar cresceu 57,4%, desempenho superior à média nacional. Em 2025, os indicadores seguem apontando expansão: entre janeiro e novembro, houve crescimento de 3,5% no volume das atividades turísticas e de quase 9% na receita. Mais visitantes, maior permanência e gasto médio mais elevado ajudam a explicar esse resultado.

Os reflexos são sentidos no dia a dia. Hotelaria com maior taxa de ocupação, bares e restaurantes mais movimentados, agências de viagem vendendo mais pacotes e um setor de serviços que encontra no turismo um de seus principais pilares. Em 2024, o setor respondeu por cerca de 36 mil empregos formais no estado, além de milhares de postos indiretos, confirmando seu papel como vetor de geração de renda e inclusão produtiva.

Os dados, no entanto, também revelam limites. Apesar da receita recorde, o Rio Grande do Norte responde por apenas 1,02% da receita turística nacional e ocupa posição intermediária no ranking do Nordeste. Um dos gargalos conhecidos por todos está na aviação civil. O transporte aéreo representa apenas 11,6% da cadeia turística potiguar, bem abaixo da média regional e nacional. A conectividade limitada, os preços elevados das passagens e o aeroporto de Mossoró sem voos regulares comerciais desde março de 2025, ajudam a explicar essa diferença.

A concentração da atividade no litoral, especialmente no eixo Natal–Pipa–São Miguel do Gostoso, reforça a necessidade de ampliar a conectividade aérea e avançar na interiorização do turismo, abrindo espaço para novos destinos e experiências.

Os bons números merecem ser celebrados. Mas também precisam servir de alerta para a manutenção e ampliação dos investimentos em promoção, infraestrutura, conectividade e qualificação profissional. O turismo já provou sua força no Rio Grande do Norte. Cabe agora garantir que esse motor acelere, gerando impactos duradouros na economia e na vida dos potiguares.

Fundeb: Estado e 89 municípios não terão complementações em 2026

 

As redes de ensino do Estado do Rio Grande do Norte e de 89 municípios potiguares ficarão sem recursos complementares do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) em 2026, conforme dados do Fundo Nacional de Educação (FNDE), compilados pela TN. Do total, 19 ficarão sem as receitas do Valor Aluno Ano Total (VAAT), 50 não receberão o Valor Aluno Ano Resultado (VAAR), enquanto 20 não poderão contar com os recursos dos dois indicadores. Ambas as complementações são pagas pela União. A ausência de complementações ocorre por falhas no cumprimento de critérios técnicos ou por o ente já ter atingido a capacidade mínima exigida de investimento por aluno. Fontes ouvidas pela reportagem avaliam que a ausência das receitas reduz a capacidade de investimentos, com impactos diretos na Educação.


A União dos Dirigentes Municipais de Educação do RN (Undime-RN) afirmou que acompanha permanentemente a situação, prestando orientação técnica aos dirigentes municipais, dialogando com os órgãos federais e articulando ações formativas para apoiar as redes na recuperação dessas complementações nos próximos ciclos. O Fundeb é composto por recursos de estados, municípios e da União, além das complementações, as quais têm por finalidade o equilíbrio de investimentos entre os entes federados.A SEEC afirma que atingiu o mínimo de investimento e, por isso, não recebe o VAAT .

O indicador VAAT está ligado à capacidade de investimentos de estados e municípios. Ele é pago pela União quando as receitas do fundo, excluindo-se as complementações, não atingem o valor anual mínimo estabelecido por aluno em uma determinada rede. Para 2026, esse valor mínimo foi estabelecido em R$ 10.194,38. Este, no entanto, não é o único pré-requisito para habilitação ao VAAT.

Como regra geral, os entes precisam disponibilizar à Secretaria do Tesouro Nacional e ao FNDE as informações de todos os investimentos feitos na Educação no exercício do ano anterior dentro do prazo determinado – até o último dia útil de abril do ano corrente, por intermédio de canais como o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro e o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação. Gustavo Fernandes, mestre em Educação e especialista em Gestão Escolar, explica que a habilitação ao VAAT depende da gestão administrativa de cada ente.

Nem todos os municípios que ficarão sem VAAT em 2026, no entanto, têm como causa a falta de informações adequadas para habilitação, uma vez que a complementação é destinada apenas aos entes que não atingem a capacidade mínima de investimento por aluno. De acordo com a União dos Dirigentes Municipais de Educação do RN (Undime-RN), a expectativa é de que o FNDE divulgue em março os motivos pelos quais os entes não receberão as receitas referentes ao indicador em 2026.

O que dizem as secretarias

Em nota, a Secretaria de Educação do RN (SEEC) explicou que “já aplica o mínimo do VAAT por aluno, então não precisa de complemento”. Já o secretário de Educação da capital, Aldo Fernandes, disse que “o VAAT está diretamente relacionado aos municípios que possuem baixa arrecadação própria ou que dependem exclusivamente do Fundeb, o que não é o caso de Natal”. O VAAR, por sua vez, premia entes que atingem metas de melhoria no aprendizado e de equidade educacional. Para ter direito às receitas, é preciso o cumprimento de cinco condicionalidades. As informações sobre duas delas precisam ser prestadas pelos municípios: adoção de normas para o provimento de cargo de gestor escolar e de referenciais curriculares para o sistema de ensino. Aos Estados cabe comprovar informações sobre o regime de colaboração entre Estado e os Municípios com o chamado ICMS Educacional.

De acordo com o FNDE, além da rede estadual, os três principais municípios do RN (Natal, Parnamirim e Mossoró) não receberão VAAR em 2026. Em nota, a SEEC informou não ter conseguido alcançar a meta de participação mínima (de 80%) no Saeb de 2023, utilizada como referência para a distribuição de recursos em 2026. A referida avaliação é realizada a cada dois anos e o resultado de 2025 só deve ser divulgado a partir de julho.


A Secretaria de Educação de Parnamirim disse que os dados utilizados para as receitas deste ano [2023] não representam, portanto, as ações da gestão atual. A pasta informou que “em 2025, o município garantiu 100% de participação das escolas dos anos iniciais e 96% dos anos finais no Saeb, indicador que havia sido comprometido em ciclos anteriores” e que não há como medir o impacto de ações mais recentes sobre aprendizagem, uma vez que dados atualizados serão divulgados somente a partir do final do primeiro semestre.

Recuperação dos valores de complemento

Alguns municípios deverão recuperar ou ampliar receitas de complementação do Fundeb em 2026. É o caso de Nísia Floresta. No ano passado, o município recebeu cerca de R$ 9 milhões em complementação do VAAT. Para 2026, a previsão é de R$ 30,5 milhões. “Com o novo valor projetado, o município apresenta um crescimento superior a 230%, consolidando-se como um dos municípios com maior avanço proporcional nessa modalidade de complementação em todo o RN”, frisa Gustavo Fernandes, que, além de especialista em Gestão Escolar, é secretário de Nísia Floresta.


Ainda segundo dados do FNDE, em 2026, Bento Fernandes, Fernando Pedroza, Francisco Dantas, Ipanguaçu, Jandaíra, Paraná, Parazinho, Pedra Grande, São Rafael, Senador Georgino Avelino e Tibau do Sul, que não receberam VAAT em 2025, receberão essa complementação em 2026. Já Cruzeta, Lagoa de Pedras, Messias Targino, Poço Branco, São Pedro, Serra do Mel e Várzea são os municípios que deverão recuperar o VAAR este ano.

sábado, 17 de janeiro de 2026

Mel e alho: Conheça os benefícios desta dupla poderosa

Há séculos que o alho e o mel são usados como medicamentos naturais. Apesar dos sabores serem muito diferentes, ambos contêm propriedades benéficas para a saúde.


O website Healthline destacou algumas delas.



1. Sistema imunológico

Tanto o alho como o mel contêm compostos naturais que ajudam o sistema imunológico. A alcina, presente no alho, auxilia o organismo a combater bactérias vírus. Se esmagá-lo, o alho liberta ainda mais este composto.
Já o mel possui propriedades antibacterianas e antivirais podendo também aliviar irritações na garganta. A combinação dos dois é útil no combate a gripes e constipações.

2. Saúde do coração

Estudos indicam que o alho pode ajudar a reduzir a pressão arterial. Acredita-se que compostos como a alcina contribuam para este efeito, ajudando os vasos sanguíneos a relaxarem, melhorando o fluxo sanguíneo.
O alho pode ser um suplemento útil para um coração saudável, não devendo, ainda assim, substituir medicamentos para a pressão arterial.

3. Proteção antioxidante

Tanto o alho como o mel contêm antioxidantes que ajudam a proteger as células dos danos diários causados pelo stress, poluição e outros fenômenos a que o organismo está sujeito.
O alho cortado contém compostos antioxidantes, enquanto o mel é rico em antioxidantes naturais como flavonoides e polifenóis.

4. Efeitos anti-inflamatórios

A inflamação é uma resposta típica do organismo. No entanto, a inflamação por um longo período de tempo pode contribuir para diversos problemas de saúde. O alho e o mel podem ajudar nestas condições.

Receita de alho fermentado com mel

Alho fermentado com mel é um medicamento natural que poderá preparar para usar em caso de gripe e constipação.

Como fazer:

1. Esterilize um frasco de vidro e a tampa fervendo-os em água (ou no forno);
2. Coloque os dentes de alho descascados inteiros num frasco limpo e esterilizado;
3. Despeje o mel sobre o alho e misture bem;
4. Certifique-se de que o alho está coberto com mel;
5. Feche bem o frasco em temperatura ambiente por três dias.

Passando o período recomendado abra o frasco para libertar os aromas e mexa o alho com mel. Se vir pequenas bolhas no mel, significa que o alho começou a fermentar. Volte a fechar e deixe descansar por algumas semanas antes de usar.

Comissão aprova reduzir carga horária de agente de saúde para 30 horas semanais

 

A Comissão de Trabalho da Câmara aprovou o PL 5312/16, que reduz a jornada de trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias de 40 para 30 horas semanais. A proposta altera a Lei 11.350/06 e, segundo os parlamentares, não compromete a qualidade dos serviços.

O projeto reconhece as condições adversas enfrentadas pelos agentes, que atuam majoritariamente ao ar livre e estão sujeitos a desgaste físico e mental. O relator destacou que a redução da jornada pode melhorar a saúde dos profissionais, reduzir o absenteísmo e aumentar a eficiência do trabalho.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça. Para se tornar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.


Plataforma agiliza apoio federal às cidades e estados em situações de emergência

Quando um desastre natural atinge uma cidade, cada minuto conta para salvar vidas e reconstruir o que foi perdido. Para garantir que a ajuda chegue o mais rápido possível, o Governo do Brasil, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), utiliza o S2iD (Sistema Integrado de Informações sobre Desastres).

A ferramenta é o canal oficial para que gestores municipais e estaduais registrem emergências e solicitem verbas federais de forma 100% digital.

O que o gestor pode fazer no S2iD?

Registrar desastres: Informar oficialmente a ocorrência de eventos extremos.

Solicitar recursos: Pedir verbas para ações de socorro, assistência às vítimas e recuperação de pontes, estradas e prédios públicos.

Acompanhar processos: Consultar em tempo real o andamento das solicitações e a liberação do dinheiro.

Transparência: O sistema funciona como um mapa vivo, mostrando onde há cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública.

COMO ACESSAR — P ara cadastrar seu município ou estado, clique aqui e siga as instruções.

PRESENÇA — O sistema já é uma realidade em 94,3% dos municípios brasileiros. Ao todo, mais de 23 mil usuários utilizam a plataforma para dar agilidade à Defesa Civil. As regiões Nordeste e Sudeste lideram a adesão, com quase 97% das cidades conectadas.

O uso do formulário online elimina a burocracia do papel e permite que a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) analise os pedidos com muito mais rapidez.

CAPACITAÇÃO — A Defesa Civil Nacional oferece cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Governo inicia estratégia piloto de vacinação contra a dengue com imunizante 100% nacional

 

O Ministério da Saúde iniciou a vacinação contra a dengue com a vacina Butantan-DV, 100% nacional e de dose única, nos municípios-piloto de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), com ampliação para Botucatu (SP) a partir deste domingo. A imunização é destinada a pessoas de 15 a 59 anos e busca avaliar o impacto da vacina na transmissão da doença antes da expansão nacional.

Nesta primeira fase, serão distribuídas 204,1 mil doses entre as três cidades. Estudos ao longo de um ano irão monitorar a incidência da dengue e possíveis eventos adversos. A vacina apresenta 74% de eficácia, reduz 91% dos casos graves e garante 100% de proteção contra hospitalizações.

A vacinação de profissionais da Atenção Primária está prevista para fevereiro, conforme a chegada de novas doses. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos seguem sendo vacinados com o imunizante japonês de duas doses, disponível em todo o país. Em 2025, os casos de dengue caíram 74% e as mortes 72%, mas o Ministério da Saúde reforça a importância de manter o combate ao mosquito Aedes aegypti.